Histórico de atuação

Em 2008 o Ponto de Cultura e Saúde Ventre Livre adquire o certificado Cultura Viva e desde então passa a trabalhar de diversas formas a cultura dentro de suas atividades. No site do Ventre Livre é possível navegar por esta história: pontodeculturaventrelivre.com.br. Abaixo é possível, pelos links acessar a comprovação das atividades.

Em 2008 deu-se a aprovação da primeira versão do projeto do Ponto de Cultura Ventre Livre através de um acordo firmado entre o Ministério da Cultura e Ministério da Saúde e o Grupo Hospitalar Conceição (GHC), com o apoio da Unidade de Saúde Divina Providência.

Em 2009 iniciou-se o trabalho comunitário e estruturação da sede do ponto de cultura na Vila Jardim com participação ativa na rede de pontos de cultura do GHC e do RS. Na sede do ponto de cultura desenvolveu-se oficinas de fotografia na lata, colagem, Tambor de Sopapo, entre outras atividade como cinema no Ponto, acolhimento de Operativos do GHC, grupo de adolescente VJ Online, participação na assembleia comunitária do bairro, além de levar peças teatrais para as ruas da comunidade.

Em 2010 aprovou o projeto Famílias do Jardim (Prêmio Interações Estéticas Residências artísticas em Pontos de Cultura 2009), com a fotógrafa Fernanda Rechenberg exposições no Ponto e em outras atividades: oficinas de foto na lata, sensibilização corporal, grafite, produção audiovisual e música. Acolheu, também, o projeto Workshop para Letristas de Música (Prêmio Interações Estéticas Residências artísticas em Pontos de Cultura 2009), com Magno Mello.

Em 2011 foi incluído no projeto o artista plástico Paulo Montiel, vizinho do Ponto de Cultura e desde então um dos objetivos do projetofoi o de preservar suas obras e estimular a continuidade do seu trabalho como artista. Neste ano as oficinas continuaram como foco nas crianças e na produção cultural, levando espetáculos musicais e circenses gratuitos para a comunidade. O ponto participou do projeto LabCultura Viva produzindo uma série de audiovisuais em formato de oficina. Desenvolveu, também, o Projeto Fazendo Cena (Prêmio Pontinho de Cultura 2010).

Em 2012 deu-se a continuidade do projeto Fazendo Cena (Prêmio Pontinho de Cultura 2010), oficinas de musicalização infantil (Rafael Goessel), produção do curta-metragem Greyce (LabCultura Viva).

Em 2014 teve veiculado suas produções audiovisuais no Canal Universitário do Rio de Janeiro pela distribuidora da Fiocruz. Trabalhou junto ao Paulo Montiel nos calendários anuais de Orixás e aprovou o segundo edital de Ponto de Cultura e Saúde, focando no trabalho com o Paulo Montiel, difusão da cultura do Tambor de Sopapo e realizou oficina de quadrinhos e cartuns no GHC, com Santiago e Rafael Corrêa.

Em 2015 desenvolveu oficinas práticas de produção audiovisual para trabalhadoras(es) de saúdo do GHC e oficina de construção de Tambor de Sopapo com Zé Batista. Em 2016 o projeto teve foco nas exposições dos quadros de Paulo Montiel em eventos e atividades. Em 2017 e 2018 teve suas atividades paralisadas por falta de repasse da verba. Em 2019 e 2020 retoma as atividades com diversos ciclos de oficinas de Produção Audiovisual e Trilha Sonora. O ano de 2019 foi marcado, também, pelo falecimento de Paulo Montiel, a partir disso, foca no registro de falas e histórias de diversos mestres griôs através do programa Heavy Hour. Participação no 9º Fórum dos Pontos de Cultura e na rede de Pontos de Cultura do RS.